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quinta-feira, 5 de junho de 2008

Fardas de Trabalho VI – Trabalhador na Cinca


Trabalhador da cinca
Um trabalhador da cinca faz azulejos. Os azulejos têm várias cores e vários formatos. É um trabalho muito duro. Por vezes apanham mesmo muito pó. Além de fazerem azulejos, carregam as paletes para os camiões.

Fardas de Trabalho v -segurança da prosegur

Farda Prosegur

As empresas de segurança prestam vários tipos de serviços: transporte de bens, gestão de máquinas Multibanco, protecção anti-intrusão, protecção contra incêndios, vigilância, entre outros.
O segurança em si é então uma pessoa que guarda ou defende bens ou pessoas.
Tem de ser uma pessoa responsável, em quem se pode confiar, e deve ter espírito protector para defender tudo e todos. Em muitos casos deve também ser ágil e forte fisicamente, caso seja preciso recorrer à força.

Fardas de Trabalho IV - O Operador de Caixa de Supermercado

Operador de Caixa de Supermercado

O dia-a-dia de um operador de caixa de supermercado é estar sentado junto à máquina registadora, a calcular o valor que os clientes têm de pagar pelas compras.
Nos supermercados mais modernos já existem máquinas que lêem os códigos de barras dos produtos, por isso o seu trabalho está mais facilitado graças às novas tecnologias. No final da conta o cliente dá o dinheiro correspondente ao preço total das compras e o operador de caixa, se for caso disso, dá o troco. Quando nos vamos embora desejam-nos “um resto de bom dia”.
Devem ser pessoas que saibam fazer contas (nunca se sabe, mesmo as máquinas modernas podem avariar), que tenham boa apresentação e que sejam simpáticas para atrair os clientes e inspirarem confiança.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Fardas de Trabalho I - O Mineiro

O nosso grupo (Carlos Coelho, Paulo Patrão, e Vítor Vieira) está a elaborar um Projecto relacionado com fardas de trabalho - algumas, da região. A primeira profissão - e farda de trabalho - que escolhemos, porque tem directamente a ver com a nossa região é:


O Mineiro


"(...) Pela primeira vez, avalia até ao desespero o valor de uma vida; cada um daqueles homens anónimos, reses de um rebanho, tem uma existência a respeitar."

Fernando Namora, Minas de São Francisco


A extracção de minérios metálicos, preciosos e energéticos já é feita há muito tempo, mas a partir de meados da década de 90 este sector começou a entrar em crise. As Minas do Pejão, em Pedorido, freguesia do nosso concelho, também sofreram com isso, e foram entretanto fechadas.

Mas a sua importância para a região foi tanta que está prevista a criação de um museu, que poderá trazer boas consequências:


“Com a criação do Museu do Carvão e das Minas do Pejão, para além de se perpetuar um historial riquíssimo daquilo que foi o apogeu da exploração carbonífera em Castelo de Paiva, estaremos a preservar a nossa história e a deixar um importante legado ás gerações vindouras e a todos aqueles que futuramente vão visitar o complexo museológico, localizado na freguesia de Pedorido“, disse o Presidente da Câmara de Castelo de Paiva.




As Minas, em Pedorido, junto ao Rio Douro.


A vida dos Mineiros


Os mineiros antigamente tinham muitas horas de trabalho pela frente, tinham o salário muito pequeno e viviam mal. Alguns tinham de ir para as minas a pé, outros tinham a sorte de ir de motorizada. Uns tinham dinheiro para comer, outros passavam mais dificuldades para sustentar a família. (As dificuldades por que passavam os mineiros em geral até inspiraram a escrita de várias músicas sobre o tema.)

O trabalho que exerciam nas minas também tinha consequências na saúde destes homens: o pó do carvão que apanhavam nas minas prejudicava-lhes os pulmões. Para além deste perigo, tinham de se precaver de outros perigos constantes, como as derrocadas.


O Equipamento de Trabalho dos Mineiros

(As imagens seguintes foram retiradas de um vídeo sobre os Mineiros do Pejão.)


O capacete era uma peça essencial da farda do mineiro, para a sua protecção e para, com a luz, poderem ver melhor no escuro.



A picareta era outra ferramenta essencial. Para além desta, outras ferramentas de perfuração mais sofisticadas eram também usadas.



Aqui podemos ver algumas das peças de vestuário que os Mineiros usavam, e que ficavam guardadas / penduradas neste espaço. Como se pode ver, as botas tinham de ser muito resistentes. Quando saíam das minas e iam trocar de roupa outra vez, os mineiros tinham de tomar banho para se ver livres de todo aquele pó.



Na imagem de cima podemos ver uma fila de mineiros.

A sua vida dura inspirou o monumento aos mineiros, perto do edifício da Empresa Carbonífera do Douro, que foi inaugurado em 24 de Junho de 1996:





Esta locomotiva, a "Pedorido", que hoje está exposta num jardim da estação de Faro, chegou a ser utilizada pela Empresa Carborífera do Douro.

A mesma empresa promoveu a 19 de Setembro de 1948 a inauguração de um campo de jogos e da Banda dos Mineiros do Pejão.



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Fontes:
- http://www.bestanca.com
- http://www.castelodepaiva.net/content/view/438/41/
- http://apac.cp.pt/foto15.htm
- Vídeo sobre as Minas do Pejão.
- Guido de Monterey, Castelo de Paiva - Terras ao Léu, Edição do Autor, 1997.